Tempo bom
Que tempo bom, que não volta nunca mais...

Foto: Solange Souza
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SUBMUNDO FEMININO Novo Blog A partir de 30/03/2006 voces poderao ler meu diario em http://submundofeminino.blogspot.com/ bitocas rachel
Escrito por preta às 12h04 [ ] [ envie esta mensagem ] Nota de solidariedade às mulheres camponesas
Está ocorrendo no Rio Grande do Sul uma situação absurda em que o Estado ao invés de defender os interesses da sociedade, coloca todas as suas instituições, especialmente as forças de segurança pública, a serviço dos interesses do grande capital. Nesse sentido querem transformar uma questão social num crime comum. A manifestação das mulheres da Via Campesina, no 8 de março, teve como objetivo denunciar ao mundo os crimes ambientais e sociais das empresas que promovem o deserto verde, como a Aracruz. Elas agiram em defesa da vida, de uma forma de desenvolvimento rural que se baseia na agricultura camponesa, na reforma agrária, na preservação da biodiversidade e na construção da soberania alimentar. A ação das mulheres provocou um debate mais crítico na sociedade brasileira e mundial sobre o agronegócio. Porque as empresas e a mídia vendem uma imagem de que grandes empreendimentos geram muitos empregos. Mas a Aracruz gera apenas 1 emprego a cada 185 hectares plantados com eucalipto, enquanto a agricultura camponesa gera no mínimo um emprego por hectare. Estranhamente, ao invés de se preocupar em investigar as empresas, que com apoio financeiro dos governos, estão provocando destruição ambiental, desemprego e êxodo rural, concentração fundiária, entres outros crimes o Estado do Rio do Sul se apressa em achar um culpado ou culpada para ação contra o deserto verde. A arbitrariedade com que agiu o delegado de polícia Rudimar de Freitas Rosales (delegado de polícia de Camaquã) acompanhados de seis agentes policiais , na casa da Associação de Mulheres Trabalhadoras Rurais, em Passo Fundo, demonstra que objetivo das investigações policiais não é esclarecer fatos, e sim incriminar lideranças, e dessa forma negar a legitimidade da luta coletiva realizada por mais de 2 mil mulheres contra o deserto verde. Eles chegaram por volta das 14 hs, arrombaram o portão, invadiram o espaço da Associação com armas de fogo na mão e renderam sete mulheres e uma criança que ali se encontrava encurralando-as para o espaço da cozinha. Sendo questionadas de forma veemente as mulheres não estavam entendendo o que estava acontecendo, pois os policiais não haviam se identificados e se apresentado e nenhum mandado até aquele momento, somente após um tempo é que mostraram o mandado de ingresso expedido pelo Juiz DR. SEBASTIÃO FRANCISCO DA ROSA MARINHO. A arbitrariedade foi tamanha que as mulheres só tiveram permissão para contatar com o advogado 1 hora e 20 minutos após a invasão. A busca não se deteve à secretaria da associação, revirando todo espaço (cozinha, área de serviço, quartos, as sacolas das mulheres, espalhando tudo no chão). Levaram os CPUs dos computadores , CDs, disquetes, passagens urbanas e interurbanas, dinheiro, talões de cheques, todos os documentos da Associação, pastas com os projetos e prestações de contas, cadernos e anotações, símbolos da Associação e nem fizeram uma relação do que foi apropriado pela polícia. Além disso, a polícia invadiu, sem mandado judicial a sede da Associação Nacional de Mulheres Camponesas, que funciona no andar inferior da Associação estadual e tem entrada por outra rua. Na sede nacional os policiais humilharam a funcionária e uma mulher que estava no local, arrombaram gavetas, levaram dinheiro, passagens urbanas e interurbanas, CPUs, disquetes e cd´s. E esse material foi apropriado pela polícia sem nenhuma ordem judicial. Ainda sem a presença do advogado, o delegado fez a intimação para que todas se apresentassem para depor, ainda na tarde do dia 21/03, obrigando-as a assinar a intimação e forçando-as para depor sem a presença do advogado. Somente com a chegada do advogado, foi que as mulheres puderam ir ao banheiro e passaram a ser tratadas como seres humanos. A atitude do delegado e dos policiais desrespeitou não apenas os direitos humanos como revelou o machismo da instituição, pois só diante da presença masculina passassem a respeitar as mulheres. Reafirmamos a luta pelos direitos humanos, especialmente das mulheres trabalhadoras, que estão sendo agredidas por defender a vida, a biodiversidade, a soberania alimentar da população brasileira. Via Campesina – Brasil 22 de março de 2006 Escrito por preta às 18h24 [ ] [ envie esta mensagem ]
Escrito por preta às 09h47 [ ] [ envie esta mensagem ] Ouçam http://www.leelajames.com/site.html Escrito por preta às 15h36 [ ] [ envie esta mensagem ] + Buenos Aires
Escrito por preta às 15h28 [ ] [ envie esta mensagem ] Buenos Aires +
Raul, Alicia, Marie, Rachel e Rocio
Casa Rosada
Sem palavras
Escrito por preta às 11h09 [ ] [ envie esta mensagem ] Buenos Aires - Balada eu não estou na foto, porque neste momento estava fazendo uma Pesquisação com los hermanos argentinos srsrsr
Escrito por preta às 17h02 [ ] [ envie esta mensagem ] Dia Internacional da Mulher 8 de Março - Dia Internacional da Mulher. Comemore, reivindique junto as moças do hip hop carioca.
Escrito por preta às 10h48 [ ] [ envie esta mensagem ] Mais de 1 milhão e preservativos serão distribuídos nos dias de carnaval Salvador – 24/02/06: Segundo Maria do Socorro Faria Chaves, coordenadora Municipal do Programa DST/Aids de Salvador, a ação da coordenação neste carnaval será ampliada. Estarão à disposição dos foliões, 11 pontos de distribuição de preservativos e duas unidades móveis. Dessa forma, a coordenação pretende distribuir cerca de 1 milhão e 200 mil preservativos nos dias de carnaval.
Além desses postos, fixados no circuito do carnaval, a campanha também se faz presente no aeroporto, na rodoviária e nos terminais urbanos de ônibus.
Aids e população negra – em 1º de dezembro do ano passado, o Programa Nacional de DST/Aids, lançou a Campanha Aids e Racismo - O Brasil tem que viver sem preconceito, com o objetivo de dialogar diretamente, pela primeira vez em suas campanhas com a população negra.
Apesar do avanço da contaminação por HIV entre a população negra, é importante ressaltar que este grupo não apresenta nenhuma especificidade biológica que a torne mais susceptível à infecção pelo HIV, entretanto, condições sociais, econômicas e o racismo são fatores que contribuem para a sua vulnerabilidade.
Conforme traz o Boletim Epidemiológico de 2004, o percentual de casos de aids registrados com a variável raça/cor caiu na população que se disse branca – de 65,5% para 62% entre os homens, e de 63,9% para 56,7% entre as mulheres. Já entre a população que se auto-referiu como preta ou parda, ocorreu o inverso. No mesmo período, os percentuais aumentaram de 33,4% para 37,2% entre os homens, e de 35,6% para 42,4% entre as mulheres.
Rachel Quintiliano
Fonte: www.aids.gov.br Escrito por preta às 12h46 [ ] [ envie esta mensagem ] Jovens negros são agredidos e presos injustamente “Sair nas ruas nesse Carnaval me dá certeza de que, apesar de sermos maioria nessa cidade, agente não tem poder em nada”. Assim desabafa o professor de matemática Carlos Alberto Sales, pai do estudante de iniciais C. Conceição, de 17 anos, que no primeiro dia da festa em Salvador (quinta-feira, 23) foi agredido e preso por policiais civis no bairro de Ondina. Por volta da meia-noite, o estudante alega que estava parado junto a amigos e irmãos, vendo a passagem do trio com a cantora Ivete Sangalo, quando começou um grande tumulto com muitas pessoas correndo para todos os lados. “Eu me apoiei em um batente, mas acabei caindo, nessa hora um agente civil chegou me puxando e me batendo”, conta C., ainda indignado. O estudante foi levado junto com seu amigo, o também estudante e vendedor, de 18 anos, Otacílio Nascimento, para o módulo próximo ao local, onde foram insultados a todo tempo por outros agentes. “Ficamos em um cubículo onde só cabiam três, mas tinham mais de sete lá dentro”. Sob a acusação de terem furtado uma máquina fotográfica de uma turista, os estudantes ficaram detidos por mais de 5h, ainda que a suposta vítima houvesse, imediatamente, negado terem sido eles os agressores. “Agente tava chorando, dizendo que não éramos ladrões, mas eles só mandavam calar a boca e ficar quieto, me chamando de vagabundo”. Obrigados a ouvir ameaças e assustados com os gritos dos policiais contra os presos, C.Conceição e seu amigo foram algemados juntos e levados para a 11ª DP, nos Barris. Chegando lá, foram obrigados a se despir e humilhados com frases do tipo “tá chorando porque, na hora de roubar você não chorou, marginal”, proferida por um dos policiais, “que também era negro como eu”, como pontuou o jovem. Intolerância - “Eles não sabem mais distinguir quem é ladrão e quem não é, nas ruas, já tá tão natural prender e bater na gente”, reclama o jovem. Segundo ele, os policiais os prenderam alegando flagrante apesar de não terem nem o objeto roubado, muito menos o reconhecimento da vítima. “Meu filho e o amigo foram algemados junto a criminosos, como se fossem bandidos perigosos. Ficamos esperando a vítima aparecer para apontar os acusados dentre os presos, mas até a hora que saímos, já de manha, não tinha chegado ninguém”, relata o pai. Após conseguir o advogado por meio de amizades, os estudantes foram soltos. Para C. Conceição, o Carnaval já não tem a mesma graça. “Perdi o espírito para brincar, vi minha mãe chorar por minha causa e pra mim isso é raro, então, decidi não sair mais pra rua”. Pensando no que pode ser registrado nos arquivos policiais sobre os rapazes, o professor Sales se diz preocupado com a imagem do filho. “Me preocupo com o futuro dele, já que nada foi provado. Não sabemos se eles vão continuar fichados como ladrões, o que pode prejudicar no trabalho e na vida deles daqui pra frente”. Por Jamile Menezes Fonte: Correio Nagô Escrito por preta às 12h43 [ ] [ envie esta mensagem ] Blocos afros se unem para não ficar fora do Carnaval Por Valéria LimaAlém dos conhecidos blocos afros Olodum, Ilê Aiyê, Muzenza e Malê Debalê são muitas as entidades carnavalescas dedicadas à música negra, com palavras de protesto e conscientização. Esses blocos possuem sérias dificuldades para captarem financiamentos, restando apenas o apoio dado pela Prefeitura, através da Emtursa. Segundo Albino Apolinário, diretor do Reggae O Bloco, “não é possível que um bloco pequeno saia somente com o apoio da Prefeitura” Para solucionar o problema, alguns blocos se uniram para fazer o Carnaval. Foi o caso do Massamalu Alabê, Reggae o Bloco, Afro Liberdade e Malcom X, que sairão juntos somente neste sábado, às 23h, com a participação das bandas Conexão Rasta e Katiguria, com concentração na rua Chile. Os Blocos distribuíram cerca de 1200 fantasias, além de saírem sem cordas para compartilhar a festa com toda a comunidade.
Além dessa parceria, o Reggae o Bloco se uniu ao Xorumi, bloco formado pelo Sindicato de Limpeza Pública, também com 1200 foliões. Dessa vez eles sairão na segunda-feira às 18h, no Campo Grande. Os Blocos contarão com a participação das Bandas Dissidência e Kayamaia.
Fonte: Eletrônico Especial nº 02 Secretaria Municipal da Reparação
Observatório da Discriminação Racial do Carnaval
Salvador-BahiaEscrito por preta às 12h38 [ ] [ envie esta mensagem ] essa foto é só para registar que estive em Salvador...fazer inveja paraos amigos.......
Escrito por preta às 19h12 [ ] [ envie esta mensagem ] Tempo bom Que tempo bom, que não volta nunca mais...
Foto: Solange Souza Categoria: novela Escrito por preta às 18h16 [ ] [ envie esta mensagem ] SuperMaricota
O final de semana está chegando e ainda não tenho muitos planos. Não há muito o que fazer em Brasília, ainda mais quando se tem pouco dinheiro. Mas nessas horas surge SuperMaricota!! Rachel - Hello SuperMaricota. SuperMaricota - Hi Nega, que bom que você ligou. O que você vai fazer no final de semana?. Rachel - Ainda não sei. SuperMaricota - Eu descobri um povo do Recife aqui que vai fazer uma festinha de carnaval antecipada. Vamos colar lá? Escrito por preta às 17h26 [ ] [ envie esta mensagem ] ACAMPAMENTO BINACIONAL CARTA DA MARCHA MUNDIAL DE MULHERES PARA O I ACAMPAMENTO BINACIONAL – BRASIL-URUGUAI Barra do Chuí – 24 a 29 de janeiro de 2006. As mulheres não precisam mais ter paciência: já esperamos demais e queremos mudanças agora. Porque não há desculpa para a exploração de nosso trabalho dentro de casa, para políticas econômicas indiferentes ao desemprego das mulheres ou à fome que muitas passamos para sustentar sozinhas nossas famílias. Para sermos chefes de família sem renda nem para a miséria e a fome de milhares de mulheres desempregadas
Barra do Chuí, 26 de janeiro de 2006 Escrito por preta às 10h25 [ ] [ envie esta mensagem ] |
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